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quarta-feira, 6 de agosto de 2014
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Operadora de celular: Virgin Mobile recebe licença da Anatel para operar no Brasil
O Brasil terá mais uma operadora de celular muito em breve. A Virgin Mobile recebeu nesta quarta (28) a licença da Anatel para operar no país.
Ela será a terceira Operadora Móvel Virtual (MVNO, da sigla em inglês) a operar no país, um modelo de negócios que permite que uma empresa que não é do ramo de telefonia celular possa ter uma operadora, utilizando infra-estrutura já existente de outras.
No caso, a Virgin Mobile Brasil (VMB) utilizará a rede da Vivo, e o modelo de negócio a ser adotado pela operadora móvel virtual credenciada deverá ser definido diretamente com a concessionária tradicional.
De acordo com a empresa, uma rodada de investimentos de US$ 100 milhões realizada recentemente permitirá lançar o serviço móvel da marca no México ainda este ano e no Brasil no início de 2015. A companhia será subsidiária da Virgin Mobile Latin America (VMLA), que já possui operações do tipo no Chile e na Colômbia, e é líder do setor na região.
De acordo com Phil Wallace, um dos fundadores e Presidente da VMLA, “A Virgin Mobile é perfeita para o Brasil, cujos consumidores inteligentes e exigentes estão sempre em busca de opções mais transparentes e de melhor valor. "Estamos ansiosos para dar início às nossas operações e aprender mais sobre este mercado tão interessante e vibrante. Estamos satisfeitos com o tratamento dispensado pelas agências governamentais, como a Anatel, que demonstrou a clara intenção de estimular a competição no mercado e melhorar os serviços para os clientes”.
O segmento de MVNO teve início aqui no Brasil em 2010, com a Porto Seguro Telecom, a primeira operadora do tipo, utilizando a rede da TIM.
Anatel submete projetos ao FDD para beneficiar usuários
Desde 2012, a agência destina ao fundo os valores das multas referentes à reparação de consumidores não identificados e agora busca contrapartida.
Lúcia Berbert — 16 de maio de 2014
A Anatel protocolou nesta sexta-feira (16) proposta de projetos a serem financiados pelo Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD) que beneficiam os usuários dos serviços de telecomunicações. Um das proposições submetidas prevê a criação de um aplicativo comparador de serviços de telefonia, internet e TV por assinatura, para facilitar a escolha de planos de serviços pelo consumidor, com custo avaliado em R$ 300 mil.
Segundo o conselheiro Rodrigo Zerbone, desde que a Anatel passou a destinar os valores das multas referentes à reparação de consumidores não identificados em 2012, a agência busca a apresentação de projetos que, de alguma forma, garantam o retorno das aplicações aos usuários de serviços de telecomunicações. “Isso só foi possível com a criação da Superintendência de Relação com o Consumidor”, disse.
Além do comparador de preços, outro projeto prevê a capacitação da Anatel e suas entidades parceiras em temas relacionados à promoção e defesa da concorrência e proteção e defesa do consumidor, permitindo assim uma regulação mais eficiente nessa área. O valor desse projeto é de R$ 443 mil e inclui a realização de cursos a distância e seminários.
O terceiro projeto é de benchmarking de preços de atacado e avaliação de prática de fechamento vertical. O objetivo é realizar um estudo técnico sobre estrutura e dinâmica de mercados de atacado no setor de telecomunicações, com foco em análise setorial abordando formação de preço de atacado com vistas à criação de barreiras artificiais à entrada. O valor total é de R$ 170 mil.
Os projetos precisam ser aprovados pelo conselho gestor do FDD, que é ligado ao Ministério da Justiça. Até 2012, os valores das multas destinados à reparação de usuários não identificados eram depositados ao Fistel, mas procedimento acabou sendo considerado inapropriado.
IOT: Fórum define prioridades para alavancar tecnologia no país
Entre os objetivos, o estabelecimento de políticas públicas que sejam indutoras do M2M na melhoria dos serviços públicos.
Lia Ribeiro Dias — 29 de maio de 2014
Criado há dois anos, o Fórum Brasil da Internet das Coisas (IOT, na sigla em inglês) trabalha para estabelecer uma agenda de prioridades, que acelere a adoção da tecnologia no Brasil tendo em vista seu potencial na digitalização das relações sociais, seja em termos de oferta de serviços públicos, seja no dia a dia do cidadão. Há um sem número de questões a serem resolvidas, mas uma das mais centrais está na padronização para garantir a interoperabilidade entre sistemas.
De acordo com Gabriel Marão, presidente do Fórum IOT do Brasil e CEO da Perception, uma consultoria que atua nessa área, a Internet das Coisas representa o novo estágio de desenvolvimento da internet e é uma importante oportunidade para o país se desenvolver nessa área. Mas o desenvolvimento de aplicativos e mesmo de tecnologias locais passa por políticas públicas que alavanquem esses desenvolvimentos por meio da criação da demanda.
Como ficou claro no Seminário Internacional A Internet das Coisas, realizado pelo BNDES, no Rio de Janeiro, nos dias 14 e 15 de maio, estimular o desenvolvimento de um ecossistema para o florescimento da IOT no país passa pela organização da demanda. “Não podemos deixar que a indústria caminhe atrás de uma demanda espontânea. Só com políticas públicas vamos desenvolver tecnologias e aplicações, que possam ganhar escala internacional. Entre as demandas prioritárias, cito as áreas de saúde, educação, segurança pública e transporte”, propôs o deputado Jorge Bittar (PT/RJ) que acompanhou as apresentações e debates.
Para Marão, do Fórum IOT, que reúne empresas e estudiosos dessa área, o potencial da Internet das Coisas é tão astronômico que pode haver uma multiplicidade de metas que dificultem ao país ser um players nessa área. Fala-se em 2 bilhões de conexões no Brasil em 2020 e em 50 bilhões no mundo. Outras previsões têm números ainda maiores.
“Mas é preciso organizar o cenário para se chegar a uma efetiva qualificação do país para atuar nesse mercado”, diz Marão. O seminário do BNDES revelou as enormes oportunidades que vêm na esteira da IOT. Agora, é desenvolver políticas consistentes que deem oportunidade ao Brasil de não ser apenas um consumidor de soluções importadas.
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