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quinta-feira, 5 de junho de 2014

Operadora de celular: Virgin Mobile recebe licença da Anatel para operar no Brasil

 O Brasil terá mais uma operadora de celular muito em breve. A Virgin Mobile recebeu nesta quarta (28) a licença da Anatel para operar no país.

 Ela será a terceira Operadora Móvel Virtual (MVNO, da sigla em inglês) a operar no país, um modelo de negócios que permite que uma empresa que não é do ramo de telefonia celular possa ter uma operadora, utilizando infra-estrutura já existente de outras.

 No caso, a Virgin Mobile Brasil (VMB) utilizará a rede da Vivo, e o modelo de negócio a ser adotado pela operadora móvel virtual credenciada deverá ser definido diretamente com a concessionária tradicional.

 De acordo com a empresa, uma rodada de investimentos de US$ 100 milhões realizada recentemente permitirá lançar o serviço móvel da marca no México ainda este ano e no Brasil no início de 2015. A companhia será subsidiária da Virgin Mobile Latin America (VMLA), que já possui operações do tipo no Chile e na Colômbia, e é líder do setor na região.

 De acordo com Phil Wallace, um dos fundadores e Presidente da VMLA, “A Virgin Mobile é perfeita para o Brasil, cujos consumidores inteligentes e exigentes estão sempre em busca de opções mais transparentes e de melhor valor. "Estamos ansiosos para dar início às nossas operações e aprender mais sobre este mercado tão interessante e vibrante. Estamos satisfeitos com o tratamento dispensado pelas agências governamentais, como a Anatel, que demonstrou a clara intenção de estimular a competição no mercado e melhorar os serviços para os clientes”.

 O segmento de MVNO teve início aqui no Brasil em 2010, com a Porto Seguro Telecom, a primeira operadora do tipo, utilizando a rede da TIM.

Anatel submete projetos ao FDD para beneficiar usuários

Desde 2012, a agência destina ao fundo os valores das multas referentes à reparação de consumidores não identificados e agora busca contrapartida.


Lúcia Berbert Lúcia Berbert — 


   A Anatel protocolou nesta sexta-feira (16) proposta de projetos a serem financiados pelo Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD) que beneficiam os usuários dos serviços de telecomunicações. Um das proposições submetidas prevê a criação de um aplicativo comparador de serviços de telefonia, internet e TV por assinatura, para facilitar a escolha de planos de serviços pelo consumidor, com custo avaliado em R$ 300 mil.
  Segundo o conselheiro Rodrigo Zerbone, desde que a Anatel passou a destinar os valores das multas referentes à reparação de consumidores não identificados em 2012, a agência busca a apresentação de projetos que, de alguma forma, garantam o retorno das aplicações aos usuários de serviços de telecomunicações. “Isso só foi possível com a criação da Superintendência de Relação com o Consumidor”, disse.
   Além do comparador de preços, outro projeto prevê a capacitação da Anatel e suas entidades parceiras em temas relacionados à promoção e defesa da concorrência e proteção e defesa do consumidor, permitindo assim uma regulação mais eficiente nessa área. O valor desse projeto é de R$ 443 mil e inclui a realização de cursos a distância e seminários.

   O terceiro projeto é de benchmarking de preços de atacado e avaliação de prática de fechamento vertical. O objetivo é realizar um estudo técnico sobre estrutura e dinâmica de mercados de atacado no setor de telecomunicações, com foco em análise setorial abordando formação de preço de atacado com vistas à criação de barreiras artificiais à entrada. O valor total é de R$ 170 mil.
  
    Os projetos precisam ser aprovados pelo conselho gestor do FDD, que é ligado ao Ministério da Justiça. Até 2012, os valores das multas destinados à reparação de usuários não identificados eram depositados ao Fistel, mas procedimento acabou sendo considerado inapropriado.

IOT: Fórum define prioridades para alavancar tecnologia no país

Entre os objetivos, o estabelecimento de políticas públicas que sejam indutoras do M2M na melhoria dos serviços públicos.


 Lia Ribeiro Dias — 



  Criado há dois anos, o Fórum Brasil da Internet das Coisas (IOT, na sigla em inglês) trabalha para estabelecer uma agenda de prioridades, que acelere a adoção da tecnologia no Brasil tendo em vista seu potencial na digitalização das relações sociais, seja em termos de oferta de serviços públicos, seja no dia a dia do cidadão. Há um sem número de questões a serem resolvidas, mas uma das mais centrais está na padronização para garantir a interoperabilidade entre sistemas.

  De acordo com Gabriel Marão, presidente do Fórum IOT do Brasil e CEO da Perception, uma consultoria que atua nessa área, a Internet das Coisas representa o novo estágio de desenvolvimento da internet e é uma importante oportunidade para o país se desenvolver nessa área. Mas o desenvolvimento de aplicativos e mesmo de tecnologias locais passa por políticas públicas que alavanquem esses desenvolvimentos por meio da criação da demanda.

  Como ficou claro no Seminário Internacional A Internet das Coisas, realizado pelo BNDES, no Rio de Janeiro, nos dias 14 e 15 de maio, estimular o desenvolvimento de um ecossistema para o florescimento da IOT no país passa pela organização da demanda. “Não podemos deixar que a indústria caminhe atrás de uma demanda espontânea. Só com políticas públicas vamos desenvolver tecnologias e aplicações, que possam ganhar escala internacional. Entre as demandas prioritárias, cito as áreas de saúde, educação, segurança pública e transporte”, propôs o deputado Jorge Bittar (PT/RJ) que acompanhou as apresentações e debates.

  Para Marão, do Fórum IOT, que reúne empresas e estudiosos dessa área, o potencial da Internet das Coisas é tão astronômico que pode haver uma multiplicidade de metas que dificultem ao país ser um players nessa área. Fala-se em 2 bilhões de conexões no Brasil em 2020 e em 50 bilhões no mundo.   Outras previsões têm números ainda maiores.
“Mas é preciso organizar o cenário para se chegar a uma efetiva qualificação do país para atuar nesse mercado”, diz Marão. O seminário do BNDES revelou as enormes oportunidades que vêm na esteira da IOT. Agora, é desenvolver políticas consistentes que deem oportunidade ao Brasil de não ser apenas um consumidor de soluções importadas.

Clientes da Algar Telecom vão fazer roaming usando rede da Vivo em todo o país


PARCERIA ENTRE AS OPERADORAS QUE GARANTE A OFERTA DE ROAMING NACIONAL SERÁ LANÇADA ANTES DA COPA DO MUNDO


Da Redação Da Redação — 


 A Telefônica Vivo e a Algar Telecom fecharam parceria que possibilitará aos clientes da Algar Telecom usar a rede da Telefônica Vivo para voz, SMS e dados quando estiverem localizados fora da área de concessão da operadora. O acordo de roaming foi assinado nessa segunda-feira e será lançado antes do início da Copa do Mundo.

  Antes da parceria, a Algar Telecom já utilizava a rede da Telefônica Vivo em roaming no estado de São Paulo. “Estamos dando mais um passo em direção ao processo de otimização das redes, no qual os clientes da Algar Telecom poderão utilizar a mais ampla cobertura nacional”, afirmou Antonio Carlos Valente, presidente da Telefônica Vivo.

  A rede 3G e 3G Plus da Vivo está hoje instalada em 3.152 municípios, oferecendo acesso à internet móvel em banda larga para 91% da população urbana do país. “Temos uma rede com qualidade que garante confiabilidade para os clientes Algar Telecom”, completou o executivo.

  Para o presidente da Algar Telecom, Divino Sebastião de Souza, buscar parceiros que também tenham a qualidade e a tecnologia de ponta como atributos essenciais do negócio é uma premissa. “Somos focados em relacionamento e qualidade, por isso, complementar as áreas de atuação garantindo aos nossos clientes a excelência dos serviços prestados é fundamental”, conclui o presidente. (Com assessoria de imprensa)